segunda-feira, 23 de julho de 2012

Entrevista com a fotógrafa Maísa Coutinho

Fotojornaliana em entrevista ping- pong  com a fotografa e mãe de Anne (a pimenta como diz ela ..rs)  Maísa Coutinho, nasceu no Rio Grande do Norte e mora em Brasília desde os 3 anos de idade.

Fotojornailana- Quando começou a fotografar?
Maísa: Sempre gostei muito de fotografia. Lembro que aos 13 anos viajei para a Bolívia e ficava me achando "a fotógrafa". Quando revelei o filme, fiquei super decepcionada com o resultado. A partir desse dia resolvi estudar mais o assunto. Descobri que não tinha o equipamento adequado, que precisava estudar o olhar e entender como a luz pinta o papel.
Meu primeiro trabalho como profissional foi registrando o Festival Porão do Rock de Brasília, salvo engano, em 2005. Eu era estagiária de uma agência de comunicação e surgiu a oportunidade. Fiquei enlouquecida! rs

Fotojornaliana- Câmera e lente que mais usa para registrar as fotos?
Maísa:  Uso muito a nikon D90 com lente fixa 50mm, 1.8. Mas pretendo trocar de equipamento em breve.

Fotojornaliana- Tem outro emprego além da fotografia?
Maísa:  Já trabalhei durante anos como webdesigner, mas hoje trabalho apenas com foto e alguns trabalhos manuais para compor o cenário.

Fotojornaliana- Vem trabalhando como fotografa a quanto tempo?
Maísa: Passei muito tempo trabalhando como fotógrafa e webdesigner. Tem 3 anos que trabalho só com fotografia.


Fotojornaliana- Um fotografo que você se espelha?
Maísa:  Henri Cartier Bresson (Considerado o pai do fotojornalismo)

Fotojornaliana- O ensaio ou a foto que fez sua carreira  alavancar? 
Maísa:   O ensaio que mudou minha carreira foi uma delícia de fazer! Chamei vários amigos e fizemos uma produção retrô, por pura diversão. Depois de publicar as fotos, os clientes começaram a aparecer. E comecei a acreditar mais no meu trabalho.
Fotojornaliana- A exposição que fez e mais marcou sua vida e carreira?
Maísa: A primeira! Foi quando comecei a usar o instagram. Pesquisei filtros para desenvolver uma linguagem e descobri a impressão no papel de algodão. Cada quadro era composto por 3 imagens em formato polaroid. Convidei Alessandro Martins, um amigo escritor que fez de cada quadro uma lembrança da vida de um personagem inventado, imprimindo com seus textos um sentido único às imagens. Foi uma experiência super bacana trabalhar com diferentes suportes e unir a tecnologia de hoje ao passado.

Fotojornaliana-  Uma dica para quem está começando a fotografar?
Maísa:  Estudar a técnica, buscar novas referências e fotografar, fotografar, fotografar... sempre! 

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