Pular para o conteúdo principal

Ainda se lembra da fotografia analógica?

Câmara escura, mergulha a folha nas bacias, pendura no varal para secar, tendo uma máximo de cuidado para não queimar as folhas com a luz da porta,tirar umas 1,000 fotos sem saber como vai ficar se vai queimar .. Oh tempo bom em!!! Ahhh deixa o passado no museu e vamos viver o futuro .. Glória a D+us pela inovação tecnológica.
Como a câmera digital facilita a nossa vida, como é bom tirar a foto e mostra ali na hora como teoricamente ela vai ficar, não precisamos mais comprar um monte de filmes. Com um cartão de memoria tiramos umas 3.000 fotos descarregamos no PC e assim tiramos mais fotos. Oh coisa boa!
Porém, não podemos nos esquecer de onde começamos ... esses dias estava fazendo um trabalho com fotos analógicas e deu saudade daquele quarto escuro com luz vermelha...Parece outra coisa mais quem é amante da fotográfica sabe no que estou falando. Fotografar é um paixão e ver a cara das pessoas ao ver o trabalho e muito gratificante.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Seu Madruga 'fotografo'

Quem é que ainda não viu os episódios de Chaves em que seu Madruga vira fotografo ? Para quem gosta desse figura tem esse site  http://wn.com/SEU_MADRUGA  com os episódios mais marcantes do Madruginha

Fotografa condenada por fotografar sua filha nua

Isso é um caso de família ... Mãe fotografou filha nua e certamente ficou conhecida por seu trabalho, logo depois, mãe e filha brigam corta os laços. A própria filha Eva agora resolver brigar na justiça por esse ensaio 30 anos depois e a justiça acabou condenando a fotografa Irina Ionesco a pagar cerca de R$27,6 mil por danos e atentado ao direito da imagem e à vida privada da sua filha.   ❤ As fotos, dos anos 1970, mostram Eva nua, em close erotizados e ajudaram a promover a carreira de Irina Ionesco e agora motivaram o processo judicial da filha. O caso já foi levado ao cinema com "My Little Princess", ainda inédito no Brasil, realizado pela própria Eva Ionesco e com Isabelle Huppert no papel de Irina, mostra o retrato da relação perturbada de mãe e filha, que terminou dois anos depois da exposição (e livro posterior) "Eva: Eloge de Ma Fille", em 1975, com a passagem da custódia de Eva para a família do estilista Christian Louboutin. Fonte:  Folha

Entrevista com o fotografo Mário Bock

Galera desculpe o sumiço, mas aqui estou novamente e com a entrevista que fiz com o colecionado de 3.200 câmeras. O  jornalista e fotografo Mário Bock. Fotojornaliana - Como tudo começou?  Mário - Sou jornalista profissional e em 1965 ganhei minha primeira câmera do meu pai, uma Kodak RIO 400. Daí minha mãe alemãzona, deixou eu montar meu laboratório b&p no meu quarto mesmo (era uma molhadeira só, fedida...) e a coisa foi, me desenvolvendo como autodidata. Fazia fotos dos amigos, na escola, de uma academia de capoeira, das amigas, das festinhas, estava sempre com uma câmera na mão.   Daí vieram os bicos remunerados, sempre pouquinho né, fotos 3x4, e logo no primeiro anos de faculdade arranjei um estágio em uma revista de construção pesada, depois trabalhei em uma revista de motos (Duas Rodas), onde fiquei por 17 anos fazendo textos e motos, depois em uma revista de Fotografias, a Fotografe Melhor, por 10 anos, testando câmera digitais...